Programa do Evento
Educação, Inclusão e Diversidade: Realidades e Desafios Futuros
- 11 de Dezembro
- 12 de Dezembro
09h00 – Receção aos participantes
Receção aos participantes.
9h15 - Momento cultural de abertura
Momento cultural de abertura.
09h30 – Sessão de Abertura
Sessão de Abertura Presidida pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto.
10h00 – Conferência de abertura
Professor Doutor Joaquim Escola
Professor Associado com Agregação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
Apresentação: Professor Doutor Américo Nunes Peres
Com o tema “Inclusão Educativa: Responsabilidade e Compromisso Ético”, o Professor Doutor Joaquim Escola inaugura as Jornadas com uma reflexão profunda sobre o papel da educação como pilar da dignidade humana e da coesão social.
A conferência analisa o percurso das últimas décadas no campo das políticas educativas nacionais e internacionais, destacando os avanços alcançados e os desafios que persistem na construção de uma escola verdadeiramente inclusiva — onde todas as crianças e jovens encontram acolhimento, identidade e oportunidades para se desenvolverem plenamente.
Mais do que um conceito, a inclusão educativa é apresentada como um imperativo ético e social, que exige compromisso, responsabilidade e uma ação consciente de todos os intervenientes no processo educativo.
O orador propõe uma reflexão crítica, mas humanista, sobre o “trabalho inacabado” da inclusão, sublinhando que educar é sempre um ato de ética, de coragem e de humanidade.
🌍 Educar para incluir, incluir para transformar
Esta conferência de abertura convida-nos a olhar a escola como o lugar onde se concretiza o direito universal à educação — um espaço onde a diversidade é acolhida, valorizada e transformada em força coletiva.
10h45 – Pausa para café
Pausa para café.
11h00 – Painel I Educação, Inclusão Participação e Cidadania
Coordenação: Professor Doutor Marcelino de Sousa Lopes
Intervenções
1. Professor Doutor Américo Nunes Peres – UTAD
Comunicação: Educação Intercultural e as Tensões entre Igualdade e Diferença
Sinopse:
O Professor Américo Peres convida a refletir sobre os fundamentos e desafios contemporâneos da Educação Intercultural, centrando-se nas tensões entre a igualdade e a diferença na prática educativa. Defende uma pedagogia da resistência e da esperança, baseada na justiça, diversidade e dignidade humana. Inspirando-se em Paulo Freire, sublinha que educar é também agir e transformar a realidade, superando a neutralidade e o conformismo. Propõe uma educação que constrói pontes entre culturas e pessoas, afirmando que a verdadeira cultura é a que nos une. Apesar dos desafios sociais e políticos do mundo atual, acredita num futuro mais justo e solidário, sustentado por redes educativas e culturais que promovam a democracia, a equidade e a inclusão.
2. Professor Doutor Manuel Vieites – Investigador / Independente
Comunicação:A Pedagogia Teatral e a humanização da diferença: algumas incertezas
Sinopse:
De 30 de junho a 3 de julho, realizou-se em Sevilha, Espanha, sob os auspícios das Nações Unidas, a Quarta Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento (FFD4). As ausências nesse fórum, e os comentários sobre os valores que o informam, revelam um mundo polarizado entre os que procuram uma vida melhor para todas e todos, e os que, encirrados por um nacionalismo e um unilateralismo extremos, sustentam a negação, exclusão e condenação da alteridade, apresentada como a causa de tudo o mal. Neste cenário, qual o sentido de falar de diferença e como abordar o conceito? Como pode a pedagogia teatral contribuir para que se respeite e se valorize a alteridade? Esta comunicação tenta responder a essas questões.
3. Professora Doutora Cristiana Madureira – Universidade da Beira Interior
Comunicação: A escola como ecossistema inclusivo: construir (juntos) um currículo para educar na e com a diversidade
Sinopse:
Sinopse: A diversidade cultural, social, linguística, religiosa, de género e de capacidades é uma característica fundamental das sociedades atuais. No entanto, muitas escolas continuam a funcionar com base em modelos uniformizadores, que não reconhecem nem valorizam as diferenças presentes nas comunidades educativas. Educar para a diversidade é, assim, um desafio urgente, que exige uma escola centrada no respeito mútuo, na inclusão e na promoção da participação de todos e todas. Propõe-se assim uma reflexão sobre os caminhos para tornar a escola num espaço verdadeiramente inclusivo e democrático. Defende-se a necessidade de práticas pedagógicas que acolham diferentes formas de aprender e de viver, currículos que integrem saberes diversos e contextos socioculturais dos alunos e estruturas que promovam o diálogo, a convivência, o fortalecimento do sentimento de pertença e o desenvolvimento de um projeto coletivo envolvendo todos os agentes educativos.
4. Dr.ª Aurélie Pinto – Docente e formadora com especialização em Educação Especial
Comunicação: Sexualidade e Deficiência
Sinopse:
Esta comunicação analisará os desafios enfrentados na implementação de uma educação sexual para pessoas com deficiência, sublinhando a importância de práticas pedagógicas que promovam o respeito pela diversidade e incentivem a autonomia de cada indivíduo. Serão apresentadas estratégias eficazes para assegurar uma abordagem educativa verdadeiramente inclusiva, contribuindo para a criação de ambientes escolares e sociais mais justos, acolhedores e respeitadores.
5. Prof. Dr. Timothy Koehnen – Prof. Ass. aposentado com Agregação e membro na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Comunicação: Abordagem de Estudo de Caso para Identificar um Processo Inclusivo
Sinopse:
A comunicação compara e contrasta dois estudos de caso que envolvem programas de educação não formal em áreas rurais de baixa densidade populacional. Estes programas foram avaliados em diferentes períodos (2003–2005 e 2007) em Portugal. Os dois modelos de educação não formal incluem um projeto com preocupações de género e família num contexto de aldeia rural em Sever do Vouga, e um processo inclusivo de tomada de decisão participativa na governação rural através de conselhos consultivos representativos. Estes conselhos consultivos rurais, ao nível municipal (Macedo de Cavaleiros e Vinhais), demonstraram reforçar o desenvolvimento rural e comunitário de base ampla para os respetivos governos locais.
14h00 as 19h00 – Realização de oficinas, workshops e Grupos de trabalho
Só funcionam com um mínimo de 10 pessoas e um máximo de 20 pessoas.
🎭 Animação Sociocultural: Técnicas e Recursos
Doutoranda Daniela Mendes
Explora práticas de animação sociocultural focadas na inclusão e participação ativa da população idosa, promovendo o diálogo intergeracional, o combate a estereótipos e a valorização da experiência sénior.
🧠 Jogos de Estimulação Cognitiva para o Bem-Estar e a Saúde Mental
Prof. Doutor Victor Ventosa Pérez
Oficina prática com jogos e exercícios de atenção, memória e criatividade, que demonstram o poder do lúdico na promoção da saúde mental e do bem-estar.
💬 A Animação Sociocultural e a Intervenção na Pessoa com Doença Mental
Mestranda Beatriz Martins
Reflexão sobre o papel do animador sociocultural na promoção do bem-estar, autoestima e participação social de pessoas com doença mental, através de práticas colaborativas e dinâmicas inclusivas.
🎵 Oficina de Animação Musical: Música para Todos
Doutorando Luís Carvalho
Vivência musical coletiva aberta a músicos e não músicos. Uma experiência criativa e participativa, que usa a música como linguagem universal de coesão social e respeito pela diversidade.
🎭 Workshop: O Teatro é uma Necessidade Humana
Prof. Doutor Marcelino de Sousa Lopes
O teatro como espaço de expressão, libertação e convivência. Através de jogos e exercícios, os participantes exploram comunicação, improvisação e criatividade.
Nota: usar roupa confortável e trazer uma venda.
🎨 As Formas Animadas e a Educação para a Diversidade
Doutor José Dantas Lima
Introdução à arte das formas animadas (fantoches e marionetas) como ferramenta pedagógica e terapêutica, promovendo ambientes educativos inclusivos, expressivos e acolhedores.
♿ Workshop: Institucionalização e o Movimento de Apoio à Vida Independente (MAVI) em Portugal
Doutorando Jorge França Santos
Análise histórica e prática da educação inclusiva, direitos humanos e vida independente, com reflexão sobre os modelos sociais da deficiência e o papel das instituições na autonomia das pessoas.
🌍 Grupo de Trabalho: Direitos Humanos, Interculturalidade, Cidadania e Inclusão
Prof. Doutor Américo Peres
Espaço de reflexão e debate para construir propostas socioeducativas inclusivas, explorando direitos, diversidade e cidadania ativa através de casos, jogos cooperativos e histórias de vida.
❤️ Oficina: Educação Sexual Inclusiva em Contextos de Deficiência
Dr.ª Aurélie Pinto
Docente e formadora com especialização em Educação Especial
Aborda desafios, estratégias e abordagens pedagógicas inclusivas na educação sexual de pessoas com deficiência, promovendo respeito, autonomia e diversidade.
19h00 – Apresentação do livro “LA VIDA ES JUEGO”
Apresentação do livro “LA VIDA ES JUEGO”, autoria de Victor Juan Ventosa Pérez.
Apresenta o livro o Professor Doutor Joaquim Escola
21h00 – Noite de Teatro pela Companhia de Teatro - ERA UMA VEZ...TEATRO
📍 Auditório da Casa da Juventude de Cabeceiras de Basto
🎭 Companhia “Era uma Vez... Teatro” – Associação do Porto de Paralisia Cerebral
A programação das Jornadas Internacionais “Educação, Inclusão e Diversidade” encerra o seu primeiro dia com um momento de arte e reflexão profunda: a Noite de Teatro, protagonizada pela companhia Era uma Vez… Teatro, da Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC).
Esta companhia inclusiva nasceu do desejo de tornar o teatro um espaço acessível e transformador, onde a diferença é potência e a arte é um veículo de emancipação.
Os seus espetáculos são criados a partir das vivências, inquietações e sonhos de cada elemento do grupo, dando corpo a histórias reais que questionam, inspiram e aproximam.
A peça apresentada, “Feitas de Ferro, Desenhadas a Carvão”, é uma obra poderosa sobre a condição feminina e a luta contra a violência e o silêncio.
Em palco, dez mulheres dão voz à resistência, despindo o “silêncio indigno das mulheres maltratadas” e enfrentando, olhos nos olhos, a dureza de uma sociedade ainda marcada pelo machismo e pela desigualdade.
O espetáculo inspira-se no livro “Em Nome da Filha”, de Carla Maia de Almeida, e nasceu de um processo de pesquisa artística e humana, alimentado por leituras, filmes, reportagens e testemunhos de mulheres que transformaram dor em coragem.
Cada cena, cada palavra e cada gesto são o resultado de uma construção coletiva, onde as intérpretes moldaram as suas próprias “mulheres de ferro”, desenhando-as “a carvão” — com a força, a fragilidade e a beleza que existem em cada uma delas.
Durante o processo criativo, o grupo convidou várias mulheres escritoras a partilhar a sua perspetiva sobre o tema, o que deu origem a um mosaico de poesias e narrativas que atravessam o espetáculo e lhe conferem uma dimensão poética e universal.
O resultado é uma criação sensível, poética e visceral, que reflete o compromisso da companhia com a igualdade, a inclusão e os direitos humanos.
“Feitas de Ferro, Desenhadas a Carvão” não é apenas uma peça de teatro — é um ato de resistência e de esperança, um espelho das mulheres que se recusam a ser silenciadas e que transformam o sofrimento em arte, em denúncia e em libertação.
Encenação: Mónica Cunha
Espetáculo aberto à comunidade local.
22h00 – Palestra e debate
Palestra e debate com a Encenadora Mónica Cunha sobre o processo criativo e sobre a importância do teatro junto das pessoas portadoras de deficiência.
Moderador: Professor Doutor Marcelino de Sousa Lopes
09h00 – II Painel – Escola, Inclusão e Comportamentos de Risco
Coordenação: Dr. José Dantas Lima Pereira
Intervenções
Sinopse:
Reflexão sobre o fenómeno do bullying e da violência nas escolas. A oradora propõe estratégias de prevenção e intervenção, realçando o papel fundamental da escola, da família e da comunidade na construção de uma cultura de empatia, segurança e inclusão.
2. Doutorando Jorge França Santos – Médico e Investigador
Comunicação: Reflexões sobre discursos, práticas e vivências com e a propósito de Pessoas com Deficiência e/ou Incapacidade
Sinopse:
Uma análise profunda sobre as barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência, da história dos modelos de exclusão ao paradigma biopsicossocial atual. O autor propõe uma visão humanista da inclusão, ancorada nos direitos humanos, na pedagogia de Paulo Freire e na educação para a paz de Maria Montessori.
3. Professora Doutora Jennifer Fernández Rodríguez – Universidade de Vigo
Comunicação: O poder dos clubes de poesia na sala de aula: uma experiência pedagógica do ócio cultural
Sinopse:
Uma experiência inspiradora de como a poesia pode ser ferramenta de inclusão e desenvolvimento linguístico em contexto rural. O projeto envolveu crianças com necessidades educativas diversas e revelou o poder da literatura para transformar a escola num espaço de criatividade, expressão e partilha.
4. Professora Doutora Benilde Moreira – Instituto Politécnico de Bragança
Comunicação: Violência de Género na Escola. Desconstruindo estereótipos e promovendo a equidade para prevenir comportamentos de risco
Sinopse:
A oradora aborda a forma como os estereótipos de género influenciam a construção de comportamentos de risco entre jovens. Defende uma educação promotora da equidade e da consciência crítica, apresentando estratégias pedagógicas que previnem a violência e fortalecem a convivência saudável.
5. Dr.ª Ivone Ferreira – Agrupamento de Escolas de Ílhavo – Escola de Referência de Ensino Bilingue de Alunos Surdos
Comunicação: Mãos que Falam – Uma Narrativa Visual pela Inclusão de Alunos Surdos
Sinopse:
Um testemunho sobre o papel transformador da Língua Gestual Portuguesa e da comunicação visual na educação de alunos surdos. Esta intervenção reforça o direito à voz — falada ou gestualizada — e defende uma escola verdadeiramente inclusiva, onde todos têm lugar e pertença.
11h00 – III Painel – Artes, Criatividade, Diversidade e Diferença
Coordenação: Dr.ª Sónia Parente – CLDS 5G Cabeceiras de Basto
Intervenções
1. Professor Doutor Marcelino de Sousa Lopes – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
Comunicação: Artes, Terapias e Educação para a Criatividade – As metodologias artísticas como paradigmas da valorização da diferença e da afirmação das potencialidades artísticas do ser humano
Sinopse:
Nesta intervenção, o orador reflete sobre o papel libertador das artes, que nos ajudam a superar medos e inibições e a reencontrar o sentido da vida. Inspirando-se em Bertolt Brecht — “Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver” —, sublinha a importância da expressão artística como caminho para o autoconhecimento, a comunicação e a convivência criativa.
2. Doutoranda Daniela Mendes – Animadora Sociocultural na Residência Montepio de Albergaria-a-Velha
Comunicação: Idosos, Inclusão, Idadismo e a Animação Sociocultural como pedagogia promotora da integração e da educação intergeracional
Sinopse:
Esta comunicação desafia os preconceitos associados à idade e propõe a Animação Sociocultural como uma pedagogia de inclusão. Valoriza o papel ativo dos idosos na sociedade e destaca o poder das relações intergeracionais na construção de comunidades mais solidárias, conscientes e participativas.
3. Doutorando Luís Carvalho – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
Comunicação: A Música como expressão da essência da inclusão e diversidade e o seu contributo para o desenvolvimento de comunidades
Sinopse:
A música, enquanto linguagem universal, é aqui apresentada como um poderoso catalisador de inclusão e de coesão social. Esta comunicação explora o papel da Animação Musical como metodologia criativa, participativa e transformadora, capaz de fortalecer laços comunitários e promover o respeito pela diversidade cultural e humana.
4. Dr. José Dantas Lima Pereira – Professor, Encenador e Animador Sociocultural
Comunicação: As Formas Animadas na Inclusão e na Diversidade
Sinopse:
Nesta comunicação, o orador revela o potencial educativo e expressivo das formas animadas — como os fantoches e as sombras — na promoção da inclusão. Estas linguagens artísticas, ao aliarem corpo, voz e imaginação, tornam-se pontes de comunicação entre diferentes públicos, especialmente junto de crianças e jovens com necessidades específicas. As formas animadas humanizam o ensino e ampliam o alcance da expressão, transformando o aprender num ato de criação e partilha.
14h00 – IV Painel – Acessibilidade, Saúde e Bem-Estar
Coordenação: Doutoranda Daniela Mendes
Intervenções
1. Professora Doutora Susana Barbosa – Politécnico do Porto
Comunicação: Mulheres Surdas: Participação, Desafios e Inclusão no Mercado de Trabalho
Sinopse:
Uma reflexão sobre as barreiras que as mulheres surdas enfrentam no acesso ao emprego, desde os preconceitos até à escassez de intérpretes de língua gestual. A comunicação sublinha o papel vital da língua gestual portuguesa como ferramenta de igualdade e empoderamento, apresentando boas práticas que demonstram como a inclusão laboral é um passo essencial para uma sociedade mais justa e plural.
2. Dr.ª Beatriz Martins – Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental, Hospital Sousa Martins (Guarda)
Comunicação: A Animação Sociocultural no contexto da Saúde Mental
Sinopse:
A oradora evidencia o poder da Animação Sociocultural como instrumento terapêutico e de inclusão no campo da saúde mental. Defende a sua integração nos planos de intervenção multidisciplinares, reforçando o papel das atividades culturais e participativas na promoção da autonomia, do bem-estar e da reinserção comunitária de pessoas com doença mental.
3. Professora Doutora Ana Lopes – Instituto Politécnico da Guarda
Comunicação: Espiritualidade e as dimensões do Anima/Animus como meio de promoção de bem-estar
Sinopse:
Partindo da perspetiva de Victor Ventosa, esta comunicação aborda a espiritualidade como dimensão essencial do ser humano e da sua relação com o coletivo. Através da animação sociocultural, é possível estimular projetos que cultivem equilíbrio emocional, sentido de pertença e qualidade de vida, respeitando as várias dimensões do indivíduo e a sua ligação ao mundo.
4. Dr.ª Sara Ruegg – Fundação Polyval (Suíça) | Licenciada em Animação Sociocultural e Trabalho Social
Comunicação: Inclusão Profissional e Social: O Impacto da Fundação Polyval
Sinopse:
Apresentando o modelo da Fundação Polyval, sediada no cantão de Vaud, esta comunicação mostra como a combinação entre impacto social e desempenho económico é possível. Através de formação, emprego adaptado e parcerias com empresas locais, a Polyval promove a inclusão de pessoas com deficiência e vulnerabilidade. Um exemplo inspirador de que a integração profissional é também uma forma de saúde social.
16h00 – Conferência de Encerramento
Apresentação: Professora Doutora Cristiana Madureira
Com o tema “Jogo, Ócio e Animação Estimulativa para a Inclusão – Avanços atuais e propostas futuras”, o Professor Doutor Victor Ventosa Pérez, investigador e referência internacional na área da Animação Sociocultural, convida à reflexão sobre o poder do lúdico como motor de inclusão, saúde e bem-estar.
Nesta conferência, serão apresentadas as mais recentes descobertas no campo da neurociência e da psicologia cognitiva, aplicadas à estimulação cognitiva através do jogo e do ócio criativo. O foco incide nas estratégias lúdicas personalizadas, capazes de promover o desenvolvimento cognitivo e emocional de pessoas em situação de vulnerabilidade — nomeadamente idosos e indivíduos com perturbações de saúde mental.
Mais do que uma exposição científica, esta conferência propõe uma visão humanista e transformadora da animação, defendendo o papel do jogo e da criatividade como caminhos privilegiados para uma sociedade mais inclusiva e saudável.
16h45 – Conclusões
Apresentadas pelo Dr. José Dantas Lima Pereira
17h00 – Sessão de Encerramento
Sessão de Encerramento presidida pelo
Senhor Presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto
CLDS 5G - Cabeceiras de Basto
Intervenção e Comissão organizadora